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26/05/2013

Amor Por Acaso - Cap. 40

Mel narrando : 

- Amor, posso te fazer uma pergunta? - Perguntei a Chay enquanto estávamos sozinhos no quarto. 
- Pode. 
- Não rolou nada entre você e a Louise né? - Acredito nele, mas não custa nada perguntar porque a hora que eu cheguei na sala os dois estavam quase se beijando. 
- Claro que não, se eu tenho você eu não quero mais nada e nem ninguém. - Ele passou a mão eu meu rosto e eu fechei os olhos com esse seu ato. Senti ele encostar seu nariz no meu e assim lábio com lábio, iniciando um beijo. - Linda. - Ele falou e me deu um selinho. 
- Lindo. - Assim que falei ele sorriu. - A Emilly agora vai ficar sem babá? - Perguntei. 
- Não, nem tem jeito né?!
- Tenho medo de não achar alguém que seja cuidadosa com ela. Eu fico doida se alguma coisa acontecer com a minha pequena. 
- A sua nada, a minha! - Ele falou. 
- Minha. 
- Nossa! - Falou e passou seu braço pela minha cintura me dando um beijo no canto da boca. - Fico tão feliz que ela tem uma mãe agora, presente na vida dela e que ela ame. 
- Eu amo a Emilly, eu sempre me senti em casa quando eu tô ao lado dela. 
- Ela é apegada em você e te ama. 
- Eu amo você. - Sorri.
- Eu amo você! - Ele repetiu e me beijou novamente. 
A cada beijo uma nova sensação, a cada abraço meu amor por ele cresce mais, a cada "eu te amo" que sai da boca dele pra mim é como se eu fosse ao céu e voltasse, a cada sorriso que ele tira de mim só de sorrir... e só dele respirar o mesmo ar que eu, eu já me sinto satisfeita. 
- Pera ai. - Ele se levantou da cama e saiu do quarto, pra onde que ele foi eu não sei e muito menos o que ele foi fazer, mas ele me deixou ali sozinha. Ele voltou com dois violões na mão. 
- Hey, que isso? - Perguntei curiosa. 
- A gente vai tocar. - Ele sorriu e me entregou um e se sentou na cama ao meu lado de novo.
- Mas eu não sei. - Falei olhando pro violão. 
- Mas eu vou te ensinar! Quer? - Perguntou. 
- Claro. - Sorri. 
- Então, é o seguinte... - Ele começou a falar sobre notas e tudo mais, tá quase um professor ~risos~.
Depois de um tempo consegui pegar algumas notinhas e ele quis me dar um tempo. Deixamos os violões de lado e fomos pra sala, onde Emilly estava vendo TV deitada no sofá.
- Mamãe, você o papai tava tocando violão? 
- Seu pai tocando e eu tentando. - Ri. 
- Você não sabe? - Ela perguntou. 
- Não muito, mas ela vai aprender. - Chay respondeu por mim. 
- Vai tocar pra mim né mamãe? - Ela sorriu. 
- Ela vai. - Ele respondeu por mim de novo. 
Como ele tem tanta certeza? Pergunta que não quer sair da minha cabeça. ~risos~ 
- Papai, quem vai ser a minha babá? 
- Vish... 
- Amor, a gente pode deixar ela na casa dos meus pais essa semana enquanto a gente não acha ninguém. - Propus. 
- Não tem nenhum problema? 
- Claro que não, meus pais vão amar ficar com ela e lá tem a Bia pra elas brincarem. 
- Ok, depois você liga pra sua mãe? 
- Claro. 
- Eu vou ficar na casa da vovó? 
- Quase certeza que sim, princesa. - Chay a colocou sentada em seu colo. 
- Papai, cê tá gordinho, olha só. - Ela colocou a mão sobre a barriga de Chay e eu gargalhei. 
- Você é magrela, olha só. - Chay a colocou de cabeça pra baixo e ela gargalhava. 
- Chay, para. - Peguei ela no colo e ela ria. 
- Gordo. - Ela riu. - Mamãe...
- Oi. 
- Quero uma irmãzinha. - Sorriu.
Fiquei totalmente assustada com o que ela disse, olhei pra Chay que sorria. 
- A gente vai te dar uma irmãzinha. 
- Chaaaaaay! - Dei um tapa em seu braço. 
- Que foi mulher? - Ele riu. - Tá me estranhando? 
- Filha, quando você tiver mais grande, daqui pra frente a gente pensa nisso. 
- A gente vai fazer sua irmãzinha hoje a noite. 
- Chay, olha as coisas que você fala! - Dei outro tapa em seu braço e ela colocou a mão. 
- Ai, sua louca. 
- Louca eu vou ficar se você falar disso outra vez. - Falei e ele riu. 
- Fica linda nervosa. - Ele riu. 
- Emilly, quem sabe mais pra frente filha. 
- Daqui 9 meses tá ai. - Ele falou. Só olhei pra ele e ele parou de rir.
- Tá bom, parei. - Ergueu as mãos. - Mas é verdade. - Ele falou baixo. 
- Eu ouvi hein. - Falei e ele sorriu e olhou pra Emilly que deu uma gargalhada. 
- Mamãe, eu vou esperar ela nascer. - Ela desceu do meu colo e foi correndo pro quarto dela. 
- Ela quer uma irmã. Falta de vontade de fazer aqui não tem. 
- Besta. 
- Hoje a noite promete. 
- Promete bons sonhos pra você. - Levantei e fui pra cozinha beber água e ele ficou rindo. 
- Bons sonhos pra nós. - Ele gritou da sala. Ele acha que eu sou máquina de fazer bebês... eu não mereço isso meu Deus! 
                                                                          
A Emilly tá crescendo, já já ela faz 3 anos u.u

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