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12/06/2013

Romance Proibido - Cap. 12 e 13

Capítulo 12: 

Arthur narrando: 

Alguns dias se passaram, Lua e eu ainda com aquele namorico de mentira, já tinha roubado vários beijos dela, ela sempre ficava surpresa mas acabava correspondendo e toda vez que eu beijo ela tenho vontade de agarra-la pra nunca mais soltar, meu coração parece que vai sair pela boca. Minha irmã e ela já tinha conseguido fazer o trabalho, claro, com ajuda do nosso "namoro"...
- Hey, onde pensa que vai sem dar bom dia pro seu "namorado"? - Enfatizei o "namorado" e ela parou e olhou pra mim. 
- Cara, você tá levando esse lance muito a sério. 
- Lance? 
- Sim, é só um namoro de mentira, não precisa de tudo isso. 
- E quem disse que precisa ser de mentira? 
- E não precisa? - Ela se fez de desentendida, mas ela não é nada tolinha. 
- Claro que não. - Puxei ela pela cintura e a beijei, percebi que ela ficou surpresa, mas ela logo cedeu e correspondeu o beijo e enroscou seus dedos em meus cabelos me puxando mais pra ela.
- Chega! - Ela parou o beijo e falou ofegante. 
- Você gostou vai... - Sorri. 
- Gostei nada. - Ela se virou e foi pra dentro do colégio. Tá cada vez mais difícil conquistar essa garota marrenta. E sim, eu quero conquistar ela, assim como ela me conquistou, sei lá como... talvez um dia eu descubro. 
[...] 
Lua tá mandando super bem no skate e ela nem imagina que eu estou olhando ela escondido atrás de umas grades. Bom... ninguém sabe. 
- E ai, gata? Manja nas manobras hein. - Um "maloqueiro" qualquer falou pra ela assim que ela se encostou na beirada de uma barra de ferro. 
- Valeu. - Ela sorriu toda abobada e eu não gostei nada. 
Eles começaram a conversar e ficaram alguns minutos batendo papinho, e com certeza eu escutei tudo, não sou tão bobo assim. 
- Que tal a gente tentar. - Ele se aproximou dela e a agarrou. Não estou dizendo que ele a agarrou porque eu to com ciumes, ele agarrou sem ela querer. Ele foi encostando ela numa árvore aos poucos e ela tentando empurrar ele. 
- Para com isso. - Ela empurrou ele. 
- Não, não paro. - Ele agarrou ela de novo e passava a mão por todo o corpo dela, isso tava me deixando cada vez mais nervoso. 
- Eu vou gritar, me solta. - Ela falou. 
- Grita, grita mesmo, não tem ninguém aqui, não vou me importar e ninguém vai te ouvir. - Ele colocou a mão na boca dela. Eu não aguentei ver ela daquele jeito nas mãos daquele cara... 

Capítulo 13 : 

Arthur narrando: 

Sai detrás da grade e apareci perto deles. 
- Quem disse que não tem ninguém aqui?! - Falei sério e ele me olhou assustado, mas ainda com a mão na boca dela e aquilo já tava me irritando. 
- Quem é você, hein, panaca? 
- O namorado dela. 
- Na-namorado? - Ele gaguejou. 
- Sim, por quê? O que você quer com a minha namorada? - Enfatizei o "minha" e ele soltou ela. Abracei ela por trás e vi o quanto que ela tremia. - Agora da o fora daqui que se você encostar um dedo nela eu encosto minhas mãos na sua cara. 
Ele foi se afastando assustado até sumir das nossas vistas. Lua ainda tremia em meus braços. Me virei de frente pra ela. 
- Você tá bem? - Perguntei. 
- Eu vou ficar. - Ela abaixou pra pegar o skate. - Obrigado, se não fosse você, não sei o que teria acontecido. Nem sei como te agradecer. - Ela mal conseguia falar, seus dentes batiam um no outro. 
- Não precisa agradecer, fiz isso porque gosto de você. 
- É... eu vou ir. - Ela falou. 
- Hey, espera. - Falei e ela se virou pra mim. - Não quer que eu te leve até o portão do seu condomínio? 
- Não é necessário. - Ela sorriu fraca, só faltava escrever TO COM MEDO na testa dela pra ficar mais óbvio.  
- Eu faço questão. 
- Se você quer assim então vamos, mas no caminho você vai me explicar como você apareceu do nada. - Ela se rendeu.
- Ok... 
Fomos o caminho todo conversando, expliquei pra ela como eu apareci "do nada" e ela ficou surpresa, na metade do caminho não consegui me segurar e passei meu braço pela sua cintura e ela me olhou assustada. 

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